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Yoga: Imagens mentais desencadeiam reações fisiológicas

Primeira afirmação
Nem sempre a vida está conforme queríamos e isso gera sofrimento, estresse, decepção, medo, raiva, indignação, feridas, e muitas outras emoções que abalam o equilíbrio e a serenidade.

Segunda afirmação
Aprender o funcionamento do espírito é possível. Ele se compõe de uma mistura complexa de pensamentos, ideias, histórias e impulsões, preferências e emoções. Usando o sentido da observação é possível entender como os pensamentos e sentimentos distorcem a sua experiência e se tornam obstáculo à busca pela felicidade, pelo relaxamento, a sua eficiência e finalmente à sua cura.

Terceira afirmação:
o yoga é campeão do treino da atenção
O yoga ensina a focar a atenção.

O yoga é o campeão dos estados alterados de consciência. O relaxamento profundo é um deles. Assim podemos escolher os pensamentos e principalmente as imagens mentais que nos ajudaram para, no caso do artigo de hoje, a cura. Quando estamos num estado de relaxamento, o fato de “silenciar a mente preocupada” dá espaço às forças embutidas de recuperação de cada órgão, cada célula. Numa linguagem mais moderna, fala-se de auto-hipnose: saindo do estado de vigília corriqueiro para entrar num estado próximo ao transe consciente, onde se fabrica imagens mentais nítidas e que, mantidas por um certo tempo sobre a tela mental, programam o ser na profundidade .

Esclarecidos os três itens acima, posso começar a falar da autocura

Em caso de mal-estar físico e de doença, e até mesmo de cirurgia é possível a autocura, através da “fabricação consciente” de imagens mentais, do relaxamento da preparação do corpo.

Por quê?

Grave bem isso na sua memória e para SEMPRE:

Porque as imagens que elaboramos em nossas cabeças desencadeiam reações fisiológicas. Por exemplo, quando estamos preocupados, nossos músculos se contraem: pescoço, ombros e maxilar; fabricamos mais cortisol (hormônio do estresse) e mais noradrenalina (o que gera insônia), urinamos mais frequentemente, nosso sistema imunológico se torna menos eficiente para nos proteger.

E o contrário também vale... Se imaginarmos eventos agradáveis, nossa pressão arterial vai baixar, nossos músculos irão relaxar e nosso sistema imunológico funcionará corretamente, nossos intestinos e nossa digestão funcionarão melhor.

A tal ponto que hospitais americanos introduziram as técnicas de visualização para acelerar a recuperação nos protocolos de cirurgia. (...).

Todas as tradições da medicina antiga, sejam médicos, curandeiros ou xamãs, referem-se ao efeito placebo*.

Esse efeito placebo e importantíssimo nas pesquisas dos laboratórios. O efeito placebo comprova o efeito do relacionamento “corpo/espírito”. Esse efeito não pode mais ser negado.

Complementar sua cura com técnicas complementares de visualização pode ajudar a ter o sentimento de controle sobre os acontecimentos e de participar ativamente da cura.

Essas técnicas comprovaram a redução da dor e o aumento na velocidade de recuperação, não tem efeitos colaterais negativos, como é o caso de muitos remédios (antidepressores, anti-inflamatórios).

Os efeitos da visualização são TOTALMENTE POSITIVOS. O estudo ao qual me refiro foi publicado em 1998, ou seja, há 12 anos... Não acha que já perdemos muito tempo?

*O placebo é um tratamento absolutamente inativo prescrito no lugar de um tratamento ativo a um paciente. Normalmente nem o paciente nem o médico são informados dessa substituição. O efeito placebo é o efeito psicofisiológico gerado pelo medicamento desprovido de componentes ativos, ou seja, placebos. Esse efeito é totalmente independente das propriedades farmacológicas do remédio. Por extensão, podemos dizer que todos os remédios têm esse efeito antes do efeito dos componentes químicos.

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=196596

Nossos Pés Merecem Carinho

Nosso corpo possui uma verdadeira rede de canais de energia que passam por todos os lugares do corpo, e os pés possuem um papel importante nessa rede.
A Reflexologia é um método terapêutico que utiliza técnicas de pressão e/ou massagem em área e pontos reflexos, no nosso caso, estamos falando especificamente dos pés. Baseia-se no princípio de que as áreas reflexas estão relacionadas e correspondem a várias partes do corpo.
Estimulando essas áreas e pontos específicos nos pés, vai-se atuar nos órgãos correspondentes, dispersando a energia condensada, acalmando e auxiliando-o a encontrar o seu normal funcionamento e, por consequência, a saúde geral do corpo. Continue lendo e veja o mapa dos pés com os órgãos e glândulas correspondentes a cada área.




Os pés talvez sejam a parte do corpo mais “esquecida”. Só lembramos dele quando estão machucados, ou com uma unha encravada provocando dores, mas no dia a dia raramente nos atentamos para sua importância.

Os pés possuem mais de 7000 terminações nervosas, e representam um mapa do nosso corpo. Cada terminação nervosa dessas está ligada a um órgão do corpo, e a estimulação da área correspondente aquele órgão nos pés faz com que o órgão também seja estimulado, tratado, acarinhado. O estímulo das áreas reflexas melhoram a circulação, retiram tensões, e ajuda a limpar o corpo de toxinas.

Todos nós conhecemos a lei da gravidade. O que está em cima é puxado para baixo. Ficamos presos a Terra por causa da gravidade, e é justamente os pés que exercem esse contato Terra X Corpo. E a gravidade também puxa para a região dos pés, toxinas que acumulamos em nosso organismos. A massagem nos pés, ou a pressão de pontos específicos ajuda no relaxamento e na dissolução de pequenas calcificações que ficam ali acumuladas.

Evidentemente que sentir dores em partes específicas dos pés não significa necessariamente que você tem um problema no órgão que está ali refletido. Talvez você só tenha mesmo utilizado sapatos apertados durante o dia, ou tenha caminhado muito, ou está fazendo algo de errado com seus pés.

De qualquer forma a reflexologia podal vai lhe ajudar.

E às vezes pode ser cansativo massagear os próprios pés, surge então um objeto bastante útili: uma simples e inofensiva bolinha de tênis! Passando a bolinha na sola dos pés, com suaves pressões, por alguns minutos, ou pelo tempo que você achar necessário e sentir-se bem, com certeza vai melhorar o estado geral do seu corpo. Como falei, é um carinho que você vai fazer a você mesmo.

É através dos nossos pés que passamos pela vida, que caminhamos em direção aos nossos objetivos, então vamos trata-los com o respeito que merecem.

A Coluna Vertebral

A flexibilidade é sua principal característica , pois as vértebras apresentam mobilidade entre si. A estabilidade é fornecida por sua estrutura ligamentar e osteomuscular.

Entre suas funções temos: proteção da medula espinhal, movimentação e marcha, manutenção da posição ereta, suporte do peso corporal e ligação de todas as suas regiões desde a occipital até o sacro. Apresenta 4 curvaturas fisiológicas que não ocorrem ao acaso: lordose cervical, cifose torácica, lordose lombar e cifose sacra.

A lordose cervical estende-se do atlas à segunda vértebra torácica, a cifose torácica da segunda vértebra torácica à décima segunda, e tem variações individuais. A lordose lombar é uma curvatura que se estende da décima segunda vértebra torácica até a transição lombosacra. A sua forma deve-se à adaptação às forças de carga e locomoção, que se inicia a partir do momento em que o indivíduo passa a deambular. A curvatura sacra, da articulação lombosacra ao cóccix e a sua concavidade anterior direciona-se para frente e para baixo.

Essas curvaturas têm para a coluna uma função muito especial: equilibrar e facilitar a distribuição do peso e das forças compressivas, impedindo a sobrecarga de áreas específicas. É simples, na ausência dessas curvas, a coluna seria igual a uma tábua, o que dificultaria a sua mobilidade. No plano frontal a coluna é reta, sendo que alguns desvios laterais discretos podem estar presentes.

Estrutura óssea

Os 33 corpos vertebrais constituem os principais pilares da coluna, todos eles com características próprias, sendo:7 cervicais, 12 torácicos 5 lombares 5 sacrais 4 coccígeos
Uma vértebra típica se constitui de um corpo, arcos, lâminas, pedículos, articulações posteriores e processos transversos e espinhoso. Cada vértebra tem sua estrutura uma fina camada externa de osso cortical e seu interior preenchido por osso esponjoso. A disposição e configuração dessas trabéculas ósseas é um fator importante para a sua resistência

As vértebras são conectadas entre si pelas articulações posteriores entre os corpos vertebrais e os arcos neurais. Elas se articulam de modo a conferir estabilidade e flexibilidade à coluna, atributos necessários para a mobilidade do tronco, postura, equilíbrio e suporte de peso,e em seu interior o canal vertebral, eixo central que contém a medula espinhal.

Os discos intervertebrais

Os discos intervertebrais se encontram em toda a coluna vertebral exceto entre a primeira e a segunda vértebra cervical. É importante conhecer sua estrutura e composição, pois permitirá uma melhor compreensão de suas funções. Os dois componentes básicos da estrutura do disco são o anel fibroso (parte externa) e o núcleo pulposo (parte interna). Eles formam uma articulação cartilaginosa

O núcleo pulposo é um gel que corresponde a 40-60% do disco e se compõe de 70-90% de água e proteoglicanos. O núcleo tem a capacidade de se deformar quando submetido a pressão, com participação nos mecanismos de absorção de choques e distribuição de forças, equilibrando tensões. O anel fibroso é composto por uma série de camadas de fibras colágenas dispostas de forma espiral, encapsulando o núcleo pulposo. Ele auxilia a estabilização da coluna, funcionando como um ligamento


Ligamentos


Todas as vértebras e discos são conectados entre si pelos ligamentos, sendo os principais: o longitudinal anterior, o amarelo, o interespinhal e supra-espinhal. Eles são compostos por uma faixa ampla de um tecido espesso, com suas fibras longitudinais distribuídas em várias camadas, sendo que as fibras mais profundas unem vértebras adjacentes( próximas) e as superficiais se estendem por duas a quatro vértebras. Entre suas funções: estabilizar, permitir o movimento da coluna e retorno à posição ereta ao flexionar a coluna,em decorrência de sua elasticidade. Nestas tarefas os ligamentos são auxiliados pelos tendões e músculos


Músculos


Os músculos da coluna vertebral desempenham importante função na manutenção de sua estabilidade, equilíbrio , movimentação dos membros e participam dos mecanismos de absorção dos impactos protegendo a coluna de grandes sobrecargas.Eles atuam na coluna vertebral integrados e em harmonia, porém é necessário compreender a função de cada grupo muscular e sua sincronia durante a realização dos diversos movimentos. Os músculos são divididos em grupos, com funções distintas de acordo com os segmentos da coluna em que estão situados. Entre as suas importantes funções, além da movimentação proporcionam estabilidade da coluna .Diversos músculos atuam, entre os quais os rotadores, interespinhosos e multifídeos


Medula espinhal

A medula espinhal encontra-se no interior do canal vertebral estendo-se do cérebro até a primeira vértebra lombar, podendo ocorrer variações anatômicas. Ela é parte essencial do sistema nervoso central. É envolvida por três membranas protetoras de dentro para fora:a pia-máter,a aracnóide e a dura-máter. A pia-máter e a aracnóide são separadas pelo espaço sub-aracnoideo, local onde transita o líquido cérebro-espinhal. A aracnóide termina no nível da segunda vértebra sacra. O espaço existente entre a dura-máter e a parede do canal vertebral é preenchido por gordura, tecido conectivo e plexo venoso, e é denominado de espaço peridural. As membranas que envolvem a medula alem de proteger o tecido nervoso permitem que os impulsos nervosos sejam transmitidos durante o movimento. A medula espinhal tem forma cilíndrica, com o diâmetro transverso maior do que o ântero-posterior .Ela tem duas dilatações: uma na região cervical formando o plexo braquial e outra na região lombar o plexo lombo sacro terminando no cone medular ao nível da segunda vértebra lombar. Abaixo dessa região as raízes nervosas lombares e sacras ocupam o canal vertebral, formando um conjunto conhecido como cauda eqüina. Nesta região encontra-se o filum terminale, uma estrutura fibrosa não nervosa, que é uma extensão da pia-máter e envolvida pela dura-máter, que se insere no cóccix.

Nervos espinhais

O nervo espinhal é formado pela fusão de duas raízes, uma ventral e outra dorsal. A raiz ventral possui apenas fibras motoras (eferentes) com seus corpos celulares situados na coluna anterior da substância cinzenta da medula. A raiz dorsal possui fibras sensitívas (aferentes), e seus corpos celulares situados no gânglio sensitivo da raiz dorsal. A fusão das raízes sensitiva e motora resulta no nervo espinhal. O nervo espinhal deixa o forame intervertebral e divide-se em ramo anterior (ventral) e posterior (dorsal). Entre suas funções inervar a pele, articulações posteriores, músculos da coluna, do tórax, do abdome e dos membros superiores e inferiores

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